quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Clima Quebrado na Primeira Roça

Formação do Tá na Roça abala o clima de paz que reinava em A Fazenda


Estratégias de jogo e medo da roça abalam os peões. Mas como a vida no campo não para, eles devem cumprir todos os trabalhos rurais.


No último domingo, os 14 novos peões de A Fazenda entraram no isolamento cheios de ânimo e em clima absoluto de paz. Rodas de violão, conversas animadas, espírito de coletividade e sintonia total entre os participantes do programa poderiam até dar a impressão de que não está em jogo o grande prêmio de 1 milhão de reais. Porém, depois de uma noite tão tensa, com a definição do primeiro Tá na Roça da nova temporada, algumas coisas devem mudar no comportamento dos competidores.

A percepção do jogo e o medo da eliminação começam a se fazer presentes nas conversas e atitudes, como é o caso de Ana Paula, visivelmente abalada depois da votação ocorrida na noite de ontem. A bandeirinha se isolou do grupo e passou boa parte da noite lendo A Arte da Guerra, de Sun Tzu, que defende a teoria de que, na guerra, o ideal é vencer sem combater.

Alguns jogadores recorreram à cantoria e brincadeiras na madrugada pós-votação, incluindo os roceiros Mateus Rocha e Sheila Mello, numa tentativa de acalmar os ânimos e recuperar o alto astral que todos vinham demonstrando desde o início do confinamento. No entanto, a maior parte dos peões se recolheu logo após o jantar, até porque as tarefas rurais não dão folga a essa peãozada.

Ordenhar a vaca, recolher os ovos e limpar o galinheiro, alimentar os animais, cuidar da horta... Ao raiar do dia, recomeça a dura rotina de atividades, e mesmo tristes, cansados ou preocupados, nossos peões tem que dar conta do trabalho no campo.
(R7)